segunda-feira, 20 de setembro de 2010

(...) Será que a igreja deve mesmo se preocupar prioritariamente com o voto? Seria a eleição de um candidato mais decisiva do que a influência que a igreja pode exercer no mundo através da oração, da evangelização e do exemplo de uma vida santa? Sinceramente, estou incomodado ao ver inúmeros líderes evangélicos mais confiantes no voto do que nas verdadeiras armas à disposição da igreja.

É claro que, com o voto, podemos eleger pessoas do bem, compromissadas com a moralidade, a ética, a justiça, etc. Mas, o que a igreja tem de melhor para mudar o Brasil é o voto? Não! As nossas armas são a intercessão, a evangelização e o exemplo de uma vida santa.

Que tipo de exemplo têm dado os líderes evangélicos que acusam certos politicos? Tem sido a igreja evangélica brasileira um referencial ético, moral e social? O Senhor Jesus disse que o seu Reino não é deste mundo (Jo 18.36). Como cidadãos, devemos votar. Mas a militância política não é a nossa tarefa prioritária. (...)

Considero louváveis, até certo ponto, os movimentos para induzir os crentes a não votarem em candidatos contrários aos princípios bíblicos e favoráveis à imoralidade. Mas eu gostaria de ver líderes evangélicos estimulando o povo de Deus a orar mais pelas autoridades constituídas, obedecendo ao que está escrito em 1 Timóteo 2.1-3. Queria ver, também, líderes pregando o verdadeiro Evangelho, que confronta o pecado (aborto, homossexualismo, imoralidade, etc.), em vez de promoverem shows, que apenas agradam as multidões incautas.

Penso que a criticidade ácida contra alguns politicos e seus partidos está sendo levada ao extremo por alguns líderes evangélicos, em detrimento da oração, da evangelização e do exemplo. Creio que é melhor orar mais, evangelizar mais, influenciar mais. E acusar menos. Não vejo no Novo Testamento uma igreja politizada. Vejo, antes, uma igreja cujos líderes afirmavam: “nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra” (At 6.4).

Escrito por Ciro Sanches Zibordi

Fonte : CPADNews

domingo, 19 de setembro de 2010

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

A CPAD e a Escola Dominical

A CPAD tem uma trajetória marcante na Escola Dominical das igrejas brasileiras. As primeiras revistas começaram a ser publicadas em forma de suplemento do primeiro periódico das Assembleias de Deus – jornal Boa Semente, que circulou em Belém, Pará, no início da década de 20. O suplemento era denominado Estudos Dominicais, escritos pelo missionário Samuel Nystrom, pastor sueco de vasta cultura bíblica e secular, e com lições da Escola Dominical em forma de esboços, para três meses. Em 1930, na primeira convenção geral das Assembleias de Deus realizada em Natal (RN) deu-se a fusão do jornal Boa Semente com um outro similar que era publicado pela igreja do Rio de Janeiro, O Som Alegre, originando o MENSAGEIRO DA PAZ. Nessa ocasião (1930) foi lançada no Rio de Janeiro a revista Lições Bíblicas para as Escolas Dominicais. Seu primeiro comentador e editor foi o missionário Samuel Nystrom e depois o missionário Nils Kastberg.Nos seus primeiros tempos a revista Lições Bíblicas era trimestral e depois passou a ser semestral. As razões disso não eram apenas os parcos recursos financeiros, mas principalmente a morosidade e a escassez de transporte de cargas, que naquele tempo era todo marítimo e somente costeiro; ao longo do litoral. A revista levava muito tempo para alcançar os pontos distantes do país. Com a melhora dos transportes a revista passou a ser trimestral. Na década de 50 o avanço da CPAD foi considerável. A revista Lições Bíblicas passou a ter como comentadores homens de Deus como Eurico Bergstén, N. Lawrence Olson, João de Oliveira, José Menezes e Orlando Boyer. Seus ensinos seguros e conservadores, extraídos da Bíblia, forjaram toda uma geração de novos crentes. Disso resultou também uma grande colheita de obreiros para a seara do Mestre. As primeiras revistas para as crianças só vieram a surgir na década de 40, na gestão do jornalista e escritor Emílio Conde, como editor e redator da CPAD. A revista, escrita pelas professoras Nair Soares e Cacilda de Brito, era o primeiro esforço da CPAD para melhor alcançar a população infantil das nossas igrejas. Tempos depois, o grande entusiasta e promotor da Escola Dominical entre nós, pastor José Pimentel de Carvalho, criou e lançou pela CPAD uma nova revista infantil, a Minha Revistinha , que por falta de apoio, de recursos, de pessoal, e de máquinas apropriadas, teve vida efêmera. Usava-se o texto bíblico e o comentário das Lições Bíblicas (jovens e adultos) para todas as idades. Muitos pastores, professores e alunos da Escola Dominical reclamavam das dificuldades insuperáveis de ensinar assuntos sumamente difíceis, impróprios e até inconvenientes para os pequeninos.

Escola Bíblica no Rio de Janeiro, em abril de 1946 Na década de 70 acentuava-se mais e mais a necessidade de novas revistas para a Escola Dominical, graduadas conforme as diversas faixas de idade de seus alunos. Isto acontecia, principalmente, à medida que o CAPED (Curso de Aperfeiçoamento de Professores da Escola Dominical), lançado pela CPAD em 1974, percorria o Brasil.
Foi assim que, também em 1974, com a criação do Departamento de Escola Dominical (atual Setor de Educação Cristã), começa-se a planejar e elaborar os diversos currículos bíblicos para todas as faixas etárias, bem como suas respectivas revistas para aluno e professor, e também os recursos visuais para as idades mais baixas.
O plano delineado em 1974 e lançado na gestão do pastor Antônio Gilberto, no Departamento de Escola Dominical, foi reformulado e relançado em 1994 na gestão do irmão Ronaldo Rodrigues, Diretor Executivo da CPAD, de fato, só foi consumado em 1994, depois que todo o currículo sofreu redirecionamento tendo sido criadas novas revistas como as da faixa dos 15 a 17 anos e as do Discipulado para novos convertidos, desenhados novos visuais, aumentado a quantidade de páginas das revistas de alunos e mestres e criado novo padrão gráfico-visual de capas e embalagem dos visuais.Após duas edições das revistas e currículos (1994 a 1996 e 1997 a 1999), a CPAD apresentou em 2000, uma nova edição com grandes novidades nas áreas pedagógicas, gráficas e visuais.
Em 2007, mais uma vez a CPAD sai na frente com a publicação do novo currículo (vigente) — fundamentado nas atuais concepções e pressupostos da Didática, Pedagogia e Psicologia Educacional.
Missionário Eurico Bérgsten e esposaMissionário Samuel Nyström Revistas antigas

Histórico da Escola Dominical

A minúscula semente de mostarda que se transformou numa grande árvoreA história da Escola Dominical
Por Ruth Doris Lemos:
Sentado a sua mesa de trabalho num domingo em outubro de 1780 o dedicado jornalista Robert Raikes procurava concentrar-se sobre o editorial que escrevia para o jornal de Gloucester, de propriedade de seu pai. Foi difícil para ele fixar a sua atenção sobre o que estava escrevendo pois os gritos e palavrões das crianças que brincavam na rua, debaixo da sua janela, interrompiam constantemente os seus pensamentos. Quando as brigas tornaram-se acaloradas e as ameaças agressivas, Raikes julgou ser necessário ir à janela e protestar do comportamento das crianças. Todos se acalmaram por poucos minutos, mas logo voltaram às suas brigas e gritos. Robert Raikes contemplou o quadro em sua frente; enquanto escrevia mais um editorial pedindo reforma no sistema carcerário. Ele conclamava as autoridades sobre a necessidade de recuperar os encarcerados, reabilitando-os através de estudo, cursos, aulas e algo útil enquanto cumpriam suas penas, para que ao saírem da prisão pudessem achar empregos honestos e tornarem-se cidadãos de valor na comunidade. Levantando seus olhos por um momento, começou a pensar sobre o destino das crianças de rua; pequeninos sendo criados sem qualquer estudo que pudesse lhes dar um futuro diferente daquele dos seus pais. Se continuassem dessa maneira, muitos certamente entrariam no caminho do vício, da violência e do crime. A cidade de Gloucester, no Centro-Oeste da Inglaterra, era um pólo industrial com grandes fábricas de têxteis. Raikes sabia que as crianças trabalhavam nas fábricas ao lado dos seus pais, de sol a sol, seis dias por semana. Enquanto os pais descansavam no domingo, do trabalho árduo da semana, as crianças ficavam abandonadas nas ruas buscando seus próprios interesses. Tomavam conta das ruas e praças, brincando, brigando, perturbando o silêncio do sagrado domingo com seu barulho. Naquele tempo não havia escolas públicas na Inglaterra, apenas escolas particulares, privilégio das classes mais abastadas que podiam pagar os custos altos. Assim, as crianças pobres ficaram sem estudar; trabalhando todos os dias nas fábricas, menos aos domingos. Raikes sentiu-se atribulado no seu espírito ao ver tantas crianças desafortunadas crescendo desta maneira; sem dúvida, ao atingir a maioridade, muitas delas cairiam no mundo do crime. O que ele poderia fazer? Por um futuro melhorSentado a sua mesa, e meditando sobre esta situação, um plano nasceu na sua mente. Ele resolveu fazer algo para as crianças pobres, que pudesse mudar seu viver, e garantir-lhes um futuro melhor! Pondo ao lado seu editorial sobre reformas nas prisões, ele começou a escrever sobre as crianças pobres que trabalhavam nas fábricas, sem oportunidade para estudar e se preparar para uma vida melhor. Quanto mais ele escrevia, mais sentia-se empolgado com seu plano de ajudar as crianças. Ele resolveu neste primeiro editorial somente chamar atenção à condição deplorável dos pequeninos, e no próximo ele apresentaria uma solução que estava tomando forma na sua mente. Quando leram seu editorial, houve alguns que sentiram pena das crianças, outros que acharam que o jornal deveria se preocupar com assuntos mais importantes do que crianças, sobretudo, filhos dos operários pobres! Mas Robert Raikes tinha um sonho e este estava enchendo seu coração e seus pensamentos cada vez mais! No editorial seguinte, expôs seu plano de começar aulas de alfabetização, linguagem, gramática, matemática, e religião para as crianças, durante algumas horas de domingo. Fez um apelo, através do jornal, para mulheres com preparo intelectual e dispostas a ajudar-lhes neste projeto, dando aulas nos seus lares. Dias depois um sacerdote anglicano indicou professoras da sua paróquia para o trabalho. O entusiasmo das crianças era comovente e contagiante. Algumas não aceitaram trocar a sua liberdade de domingo, por ficar sentadas na sala de aula, mas eventualmente todos estavam aprendendo a ler, escrever e fazer as somas de aritmética. As histórias e lições bíblicas eram os momentos mais esperados e gostosos de todo o currículo. Em pouco tempo, as crianças aprenderam não somente da Bíblia, mas lições de moral, ética, e educação religiosa. Era uma verdadeira educação cristã. Robert Raikes, este grande homem de visão humanitária, não somente fazia campanhas através de seu jornal para angariar doações de material escolar, mas também agasalhos, roupas, sapatos para as crianças pobres, bem como mantimentos para preparar-lhes um bom almoço aos domingos. Ele foi visto freqüentemente acompanhado de seu fiel servo, andando sob a neve, com sua lanterna nas noites frias de inverno. Raikes fazia isto nos redutos mais pobres da cidade para levar agasalho e alimento para crianças de rua que morreriam de frio se ninguém cuidasse delas; conduzindo-as para sua casa, até encontrar um lar para elas. As crianças se reuniam nas praças, ruas e em casas particulares. Robert Raikes pagava um pequeno salário às professoras que necessitavam, outras pagavam suas despesas do seu próprio bolso. Havia, também, algumas pessoas altruistas da cidade, que contribuíam para este nobre esforço. Movimento mundial No começo Raikes encontrou resistência ao seu trabalho, entre aqueles que ele menos esperava - os líderes das igrejas. Achavam que ele estava profanando o domingo sagrado e profanando as suas igrejas com as crianças ainda não comportadas. Havia nestas alturas algumas igrejas que estavam abrindo as suas portas para classes bíblicas dominicais, vendo o efeito salutar que estas tinham sobre as crianças e jovens da cidade. Grandes homens da igreja, tais como João Wesley, o fundador do metodismo, logo ingressaram entusiasticamente na obra de Raikes, julgando-a ser um dos trabalhos mais eficientes para o ensino da Bíblia. As classes bíblicas começaram a se propagar rapidamente por cidades vizinhas e, finalmente, para todo o país. Quatro anos após a fundação, a Escola Dominical já tinha mais de 250 mil alunos, e quando Robert Raikes faleceu em 1811, já havia na Escola Dominical 400 mil alunos matriculados. A primeira Associação da Escola Dominical foi fundada na Inglaterra em 1785, e no mesmo ano, a União das Escolas Dominicais foi fundada nos Estados Unidos. Embora o trabalho tivesse começado em 1780, a organização da Escola Dominical em caráter permanente, data de 1782. No dia 3 de novembro de 1783 é celebrada a data de fundação da Escola Dominical. Entre as igrejas protestantes, a Metodista se destaca como a pioneira da obra de educação religiosa. Em grande parte, esta visão se deve ao seu dinâmico fundador João Wesley, que viu o potencial espiritual da Escola Dominical e logo a incorporou ao grande movimento sob sua liderança. A Escola Bíblica Dominical surgiu no Brasil em 1855, em Petrópolis (RJ). O jovem casal de missionários escoceses, Robert e Sarah Kalley, chegou ao Brasil naquele ano e logo instalou uma escola para ensinar a Bíblia para as crianças e jovens daquela região. A primeira aula foi realizada no domingo, 19 de agosto de 1855. Somente cinco participaram, mas Sarah, contente com “pequenos começos”, contou a história de Jonas, mais com gestos,do que palavras, porque estava só começando a aprender o português. Ela viu tantas crianças pelas ruas que seu coração almejava ganhá-las para Jesus. A semente do Evangelho foi plantada em solo fértil. Com o passar do tempo, aumentou tanto o número de pessoas estudando a Bíblia, que o missionário Kalley iniciou aulas para jovens e adultos. Vendo o crescimento, os Kalleys resolveram mudar para o Rio de Janeiro, para dar uma continuidade melhor ao trabalho e aumentar o alcance do mesmo. Este humilde começo de aulas bíblicas dominicais deu início à Igreja Evangélica Congregacional no Brasil. No mundo há muitas coisas que pessoas sinceras e humanitárias fazem sem pensar ou imaginar a extensão de influência que seus atos podem ter. Certamente, Robert Raikes nunca imaginou que as simples aulas que ele começou entre crianças pobres e analfabetas da sua cidade, no interior da Inglaterra, iriam crescer para ser um grande movimento mundial. Hoje, a Escola Dominical conta com mais de 60 milhões de alunos matriculados, em mais de 500 mil igrejas protestantes no mundo. É a minúscula semente de mostarda plantada e regada, que cresceu para ser uma grande árvore cujos galhos estendem-se ao redor do globo. Ruth Dorris Lemos é missionária norte-americana em atividade no Brasil, jornalista, professora de Teologia e uma das fundadoras do Instituto Bíblico da Assembleia de Deus (IBAD), em Pindamonhangaba (SP)

Trabalhos Semanais
Domingo
9:00hs Escola Dominical, 19:00hs Culto Público
Segunda-Feira
15:00hs Circulo de Oração
Terça-Feira
7:00hs Circulo de Oração, 19:30hs Culto Público
Quinta-Feira
7:00hs Círculo de Oração, 19:30hs Culto de Ensino

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Por Ebenézer Teixeira
Baseando-nos na pergunta que Pedro faz ao nosso Mestre, registrada no Evangelho de João 6.68, poderíamos nos perguntar também para onde iremos nós. Certamente Pedro ao proferir estas sábias palavras claramente que não havia outro mestre em quem devia crer. Sabia também que este mestre era Filho de Deus e, portanto, suas palavras eram, e sempre serão confiáveis.

Nossa pergunta possui uma grande semelhança com a que do apóstolo Pedro. No entanto, hoje em dia olhamos para este nosso destino com certa preocupação. O apóstolo sabia que o Caminho era, e é Cristo. Nós também sabemos disto, mas quando observamos nossa realidade atual como cristãos ficamos verdadeiramente perplexos.

A Palavra de Deus nos avisa a respeito de tempos trabalhosos. E parecem ser estes nossos dias. A indiferença tem sido uma de nossas posturas nos dias atuais. Nossos limites, nosso temor, nosso desejo de agradar a Deus parecem estar amortecidos. Temos vivido, em muitos lugares, como a igreja de Laodicéia. Já não nos incomoda mais se alguns crentes andam se expondo de forma sensual, com fotos altamente inadequadas, nos sites de relacionamento.

Gostaria de ressaltar novamente o que foi afirmado acima: não nos incomoda mais. Este nosso sentimento de conformismo parece ser bem oposto ao que a Bíblia nos fala a respeito de Ló. Em II Pedro 2.7 nos diz o seguinte: “E livrou o justo Ló, enfadado da vida dissoluta dos homens abomináveis”. Assistimos programações de conteúdo promíscuo, dedicamos nosso tempo precioso a novelas, e a toda sorte de programações imorais que a televisão e a internet nos têm oferecido, e o pior, de graça! Esta promoção diabólica que parece não custar nada, apenas alguns momentos de nossa atenção está custando muito caro.

O sábio Salomão nos orientou para que não removêssemos os marcos (territoriais) que os antigos haviam demarcado. Mas hoje em dia nós somos levados pelo vento do Pós-Modernismo e aqueles que estão buscando permanecer na ortodoxia da Palavra de Deus estão correndo o risco de caírem no isolamento.

Retomando a questão sobre o comportamento de alguns crentes na internet, com fotos indecentes, com perfis que nada tem a ver com o de uma nova criatura, reconheço que é uma questão recente e de uma explosão muito rápida. Mas o que estou reclamando é a falta de um combate direto ao pecado que tem minado a vida de muitos crentes que, por não terem resistência frente aos ardis do maligno, tem se revelado para a sociedade como mundanos. Mais uma vez percebemos aqui que os nossos limites estão mais frouxos.

Quando olhamos para algumas décadas atrás tínhamos uma outra postura como crentes. Era uma série de observâncias que precisávamos, e ainda precisamos cumprir como filhos de Deus. Algumas destas observâncias são denominadas atualmente como radicalismo. Hoje somos liberais. Não existe mais jugo. Realmente, o peso do pecado Jesus levou por nós, mas Ele nos disse que teríamos uma cruz a levar.

Existe uma responsabilidade sobre a Igreja. Precisamos urgentemente rever onde nós temos falhado. Não podemos assistir esta situação de braços cruzados. Precisamos agir, combatendo estas investidas de satanás contra a Igreja dos nossos dias. A Bíblia nos afirma que um pouco de fermento leveda toda a massa. Não podemos compartilhar com estas atitudes pecaminosas dentro de nossas igrejas para que não aconteça conosco (será que já não estamos vivendo?) o mesmo que a Igreja de Laodicéia experimentava. O estágio desta Igreja era tão deplorável a ponto de Jesus falar que ela seria vomitada. Isto nós mostra o pavor que nosso Senhor tem em relação ao pecado.

Precisamos buscar ao Senhor pela igreja dos nossos dias. Em Tiago 4.9,10, temos a recomendação para convertermos o nosso riso em pranto e nos humilharmos diante de Deus. Nossa geração precisa de limites, nada além do que está prescrito nas Sagradas Escrituras. Sem santificação nenhum de nós veremos ao Senhor. Se não nos atentarmos para a realidade em nossas igrejas corremos o risco de assistir, aliás, já temos assistido o pecado, de forma assustadora, entrando na Igreja. Isto sem falar da avalanche de casamentos terminados dentro das igrejas. Se não agirmos agora, qual será o nosso futuro como Igreja. Precisamos agir, e logo.


Ebenézer Teixeira da Silva é diácono da Assembléia de Deus do Rocha (RJ), líder de jovens da igreja e cursa História na UFRJ.

domingo, 12 de setembro de 2010

ESTAMOS ESPERANDO POR VOCÊ EBD DOMINGO AS 9hs da manhã

Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, tiveram um desentendimento. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado.O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho ouviu alguém batendo à sua porta,dizendo:" Estou procurando trabalho e talvez você tenha algo para mim ".Sim, disse ele, mostrando em seguida a fazenda do seu irmão mais novo além do riacho, contando que haviam brigado e que não podiamais suportá-lo.Então mandou construir uma cerca bem alta entre as duas fazendas, entregou o material e foi para a cidade.E quando voltou não acreditou no que viu: Em vez de cerca, uma ponte foi construída ali, ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro não gostou nada do que viu.As surpresas não pararam ai.Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão se aproximandode braços abertos.Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio. Então o irmão mais novo disse:" Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois de tudo o que aconteceu.De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte.O homem que fez o trabalho estava de partida quando alguém disse:" Espere, fique conosco ! " E ele respondeu:" Não posso, tenho outras pontes para construir !

"Não deixe que " cercas ou muros " impeçam a sua aproximação com o próximo, construa uma ponte sólida de amor, paz e comunhão !"

O maior Homem da História Vinte longos séculos são passados...Personalidade central da raça humana, Líder da civilização moderna,Todos os exércitos deste mundo, As frotas que já se construíram, Os parlamentos que já se reuniram, Todos os reis que já reinaram, Postos todos juntos, não influíram tão poderosamente na vida da humanidade como o fez esta vida singular...JESUS

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